Sexta-feira, Dezembro 01, 2006

REBOBINANDO o EXPRESSO 2

SEXTA – 24 de nov. – POA/Curitiba

A epopéia seguiu na madrugada de sexta-feira, rumo a Curitiba. Virada é apelido pra viagem. O astral dos shows foi transferido pro ônibus do Expresso. Galera tocando a mil, puxando os clássicos (The Band liderando as paradas). Um aquece pra estrada entre 4h e 6h (quando finalmente entrei no bus, depois de uma parada estratégica em casa, recarregando baterias e pegando um travesseiro clássico... hehehehehe).

A largada fundamental enfim é dada. Todos baleados, cansaço e trago, em direção ao Paraná. Máfia vai caindo aos poucos pelos cantos, revezamento forçado entre os sobreviventes que seguem tocando no fundo do ônibus. Aquele peso de ressaca merecia uma aliviada. E foi o que rolou.

Por volta das 16h de sexta, uma parada consagradora em Camboriú. Renovação espiritual. Um bando de branquelas correndo pra água, acordando de vez e 100% renovados pra função em Curitiba. Até uma ducha matadora conseguimos de ‘grátis’ num condomínio na beira da praia.

A volta pro ônibus foi terapêutica. Fim de tarde na capital paranaense, agora é só relaxar. Porão Rock Club pronto pra receber o Expresso, ansiedade estourando os miolos. Durante a concentração, consigo uma carona pra casa do também riograndino Glauco Caruso, irmão do Tuba e do Giovanni, ambos dos Faichecleres, onde atualizo com fotos o blog da turnê.

Hora de dar o pontapé em Curitiba. Jeans, Identidade e Locomotores quebram tudo, com a Pata de Elefante fechando e derrubando o Porão, num show elogiado por todos, numa noite que seguiu forte próximo ao balcão do bar, ao som do bandolim comandado pelo Márcio Petracco (Locomotores). Pancadaria finalizada, hora de voltar pro bus e seguir o baile.

Zebra total... Ônibus arrombado, mochilas levadas e DUAS caixas de CD’s da banda Identidade na mão dos meliantes. Resultado: 3 horas na delegacia pra registrar ocorrência. Ninguém ferido, pelo menos, mas a pilha fraca tinha chegado pra dividir espaço com a ressaca.

A arrancada pra levar o bus adiante foi mais lenta, mas aos poucos os profissionais foram recuperando o fôlego. Hora de fechar a história em Sampa.

3 Comments:

Anonymous Petracco said...

Me chamem de chato e/ou agourento, mas..
Desci do bus em Curitiba carregando minha enorme mochila e meu mandolin, deixei meu violão no bus porque lá estavam todas as guitarras, baixos, amps etc.. Quando cheguei no camarim mais tarde e não vi meu violão lá, perguntei onde tava pros roadies, me disseram estar o busão em "lugar seguro"!! Sorte do Cauê que o ladrão era mais burro que ele e preferiu levar mochilas com roupa suja a um violão de 4000real.. bah..
Agradeço aqui aos ladrões, o fato de não levarem meu violão salvou minha viagem, teria sido muito ruim, né?

11:57 AM  
Anonymous Anônimo said...

texto tri bom. Foda foi a indiada...ehe

12:43 PM  
Anonymous danijeans said...

que sorte ne professor, jesus cristo!!!!!!!

12:29 PM  

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